DEVOCIONAL 4 - A Ferida da Desonra
DEVOCIONAL - JOSÉDEVOCIONAL
Evangelista VItor Souza


DEVOCIONAL 4
A Ferida da Desonra
Texto base: Gênesis 40:14,23
“O copeiro-chefe, porém, não se lembrou de José; pelo contrário, esqueceu-se dele.”
A ferida da desonra nasce quando fazemos o bem, ajudamos, servimos e mesmo assim somos esquecidos. É a dor de não ser reconhecido, de não receber o retorno esperado, de ser ignorado depois de ter sido útil.
José estava na prisão injustamente, mas mesmo ali escolheu servir. Ele não se fechou, não se amargurou, não cruzou os braços. José ajudava os outros presos, administrava responsabilidades e interpretava sonhos. Ele usou seu dom mesmo em um lugar onde ninguém o aplaudia.
Quando José interpretou o sonho do copeiro, pediu apenas que fosse lembrado. Era um pedido simples, justo, humano. Porém, quando o copeiro voltou ao palácio, esqueceu-se completamente dele. Dois anos se passaram. Dois anos de silêncio, espera e esquecimento.
A desonra fere porque cria a sensação de que nosso esforço foi em vão. Muitos se cansam de servir a Deus, à igreja ou às pessoas porque se sentem invisíveis. Mas Deus nunca se esquece de quem serve com fidelidade.
José não saiu da prisão porque alguém teve pena dele. Ele saiu porque Deus ainda precisava da sua serventia. No tempo certo, o Senhor fez com que o nome de José fosse lembrado no lugar certo.
O esquecimento humano não cancela o propósito divino. Quando Deus decide honrar alguém, ninguém consegue impedir.
Para refletir
Você já se sentiu esquecido ou desvalorizado mesmo fazendo o que era certo?
Essa ferida tem te desanimado a continuar servindo?
Oração
Senhor, cura meu coração da ferida da desonra. Livra-me da frustração e do desejo de reconhecimento humano. Ajuda-me a servir com fidelidade, confiando que o Senhor vê tudo e honra no tempo certo. Amém.
Manual do Pregador © 2024
Deus esconde seus tesouros mais preciosos nas nossas experiências mais difíceis e doloridas
Joh Bloom
